Bem-vindo ao nosso novo mundo digital
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É possível máquina e homem viverem no mesmo ambiente sem altas taxas de desemprego ou guerras?

É comum termos receio de mexer em um aparelho elétrico ou eletrônico novo que vem com aquele manual quase escrito em “grego”. Mas não se assuste, pois algumas gerações foram educadas para terem esse medo das “máquinas”. Em compensação, atualmente crianças e adolescentes quando exploram a tecnologia, é como se tivessem 'brincando de casinha', deixam as gerações mais antigas “vermelhas de vergonha” por não terem a mesma coragem.

Porém a juventude também tem medo das máquinas hoje em dia, mas não pelo motivo de “enguiçá-la” e sim por escutarem todos os dias que no futuro os seres humanos serão substituídos por equipamentos. Se formos analisar coerentemente o fato, é inadmissível substituir todas as pessoas por aparatos eletrônicos, mas o mundo globalizado mostrou que pode substituir a maioria.

Por isso é o momento da nova geração mostrar a esse mundo “tão inteligente e desenvolvido” que é possível máquina e homem viverem no mesmo ambiente sem altas taxas de desemprego ou guerra, ou seja, a tecnologia tem que ser utilizada como meio de educação e trabalho, e não como finalidade. Colocando um exemplo bem simples para demonstrar o óbvio da situação: lembre-se do mais belo cartão de aniversário que você tenha recebido, e então imagine todo seu processo de produção, ou seja, corte do papel, elaboração do conteúdo, impressão e empacotamento. Depois de analisar o processo, perceba que a tecnologia está presente em momentos como corte do papel, impressão e empacotamento, e a intervenção humana na elaboração de conteúdo, ou seja, este último ponto primordial para tornar-se um belo cartão, pois se não houver a criatividade humana para elaborar o desenho, as frases e toda diagramação, seria apenas um pedaço de papel com linhas coloridas impressas.

Entretanto, essa não é uma realidade apenas brasileira, pois percebe-se que as angústias e os sentimentos da juventude de outros países desenvolvidos ou não, são os mesmos, ou seja, o medo de ser isolado pela sociedade por ter fracassado como pessoa ou profissional perante a tecnologia.

Ficamos felizes também em saber que no exterior nosso país é elogiado em relação à nossa extensão territorial, nossas paisagens e principalmente nossa cultura, enfatizando que são pontos positivos a serem interdisciplinados com a tecnologia de ponta.

O que o mundo precisa realmente precisa entender é que a máquina só terá uma ótima produção qualitativa e quantitativa, quando o comando for dado pela mão de um ser humano capacitado, respeitado e feliz!

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