Bandeira amarela no mercado de ERP’s

Os softwares de gestão empresarial ficaram, em parte, caducos e as empresas usuárias ficaram diante de um quadro preocupante: o que fazer, como fazer, com quem fazer e quando fazer a transição de um modelo arcaico de utilização de ferramentas de gestão

Com a criação do SPED – Sistema Público de Escrituração Digital –, o governo nos deu uma demonstração inequívoca de como utilizar a tecnologia da informação como ferramenta voltada para inteligência artificial.


Neste momento, os softwares de gestão empresarial ficaram em parte caducos, e as empresas usuárias ficaram diante de um quadro preocupante: o que fazer, como fazer, com quem fazer, quando fazer a transição de um modelo arcaico de utilização de ferramentas de gestão, inclusive softwares, para um novo universo tecnológico adequado à nova realidade imposta pelas exigências do SPED.

Considera-se neste caso, a interação entre os processos organizacionais que movimentam o negócio em si e o ERP, sempre sob a nova ótica fiscal e tributária que impõem, sem piedade, um novo modelo de empresa.

A onda mudou seu curso, foi invertida.

Hoje as empresas serão forçadas a rever seus processos, criar uma governança fisca e tributária internamente, e a partir daí rever seu posicionamento quanto ao ERP utilizado ou daquele que se pretende adquirir.

As prestadoras de serviços neste setor também estarão obrigadas a rever suas estratégias, e em alguns casos, até criar novas soluções mais adequadas às exigências do mercado alvo.

Concluímos que o mercado está como na Fórmula 1, com a bandeira amarela acenada e o safety car na pista, o que equivale a dizer que as oportunidades se nivelaram para todos, empresas e prestadores de serviços.


José Carlos Lopes de Melo é diretor comercial da Firma IT (jcarlos@firmait.com.br)

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