As estratégias motivacionais como fator influente nos resultados organizacionais

O intuito deste artigo, não é falar o que motiva ou o que não motiva, mas, sim evidenciar estratégias que contribuam para o bom clima organizacional

Um dos temas mais discutíveis na área de Gestão de Pessoas, diz respeito a motivação dos colaboradores perante a organização que trabalha, gerando polêmicas e incisivos debates por tratar de uma teoria, por isso torna-se interpretativa pelas pessoas, haja visto, que estas possuem culturas distintas, proporcionando que determinadas variáveis motivacionais possuam um peso maior para umas do que para as outras.

O intuito deste artigo, não é falar o que motiva ou o que não motiva, mas, sim evidenciar estratégias que contribuam para o bom clima organizacional e consequentemente para melhores resultados financeiros, afinal, os colaboradores são os principais ativos de uma empresa. No cotidiano profissional deparamos com pessoas que fazem várias críticas relacionadas a motivação, alguns até dizem que ela não dura e que me faz lembrar de uma frase de Zig Ziglar: “As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura, bem o banho também não e é por isso que ele é recomendado diariamente”, ou seja, os resultados não serão agradáveis, devendo ser um processo contínuo e necessário par qualquer organização independentemente de seu segmento de atuação.

Fundamentado na obra de Robbins: Comportamento Organizacional (2005) As teorias motivacionais são divididas entre as de conteúdo e contemporâneas, sendo que a mais conhecida delas publicada em inúmeros livros de Gestão de Pessoas, psicologia, Marketing, inclusive nos dias atuais, trata se da Hierarquia das necessidades de Maslow, referindo a um conjunto de cinco necessidades descritas numa pirâmide onde cada um tem de “escalar” uma hierarquia de necessidade par atingir a auto- realização. Estas teorias que no entanto veem sendo questionados por alguns autores atualmente, um exemplo, trata-se do livro: O Oitavo hábito, da eficácia a grandeza de Stephen Covey, onde retrata que as teorias motivacionais se tornaram obsoletas para quem compete globalmente e realiza uma comparação entre motivação e dinheiro, chamada de “teoria do asno”, aquela pessoa que pensa que apenas dinheiro motiva está equivocada, quando na verdade trata-se de uma variável ( para muitos a principal ), mas, por si só não é o suficiente.

Não resta dúvida que para nós Administradores, mantermos a equipe de trabalho Motivada é um desafio, agora se for estudado e adotando estratégias coerentes com a realidade da empresa, pode vir a alçar grandes resultados. Para isso, destaco quatro ações fundamentais quando nos referimos a Motivação.

Política salarial: Proporcionar meios financeiros que estimulem os colaboradores a aumentarem sua produtividade, como, por exemplo, bônus e/ou gratificações por desempenho. Obviamente que deve estar de acordo com a situação financeira da empresa.

Relacionamento Interpessoal e Trabalho em equipe: Tornar claro para todos os membros da organização, os objetivos a serem atingidos, mobilizando ao cumprimento, investir em treinamentos, dinâmicas, são estratégias que bem elaboradas podem dar certo, agora para isso é necessário conhecer a cultura organizacional predominante da empresa, em especial, se possível cada colaborador, caso contrário, torna-se difícil.

Condições de trabalho: Propor condições adequadas, que não ofereça risco a saúde física e mental dos colaboradores, ter um layout organizacional que permita o desempenho das funções, critérios estes básicos.

Liderança Servidora: Ser líder é completamente diferente de ser chefe, infelizmente vemos muito a seguinte situação: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, processos amplamente burocráticos e liderar é servir e comunicar s pessoas seu valor de forma tão clara que elas acabem por velos em si mesmos e só é possível inspirar os outros uma vez que tenha conseguido identificar sua própria voz, isto é, se não conseguimos liderar nós mesmos dificilmente lideraremos pessoas.

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