Café com ADM
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As decisões do administrador quanto as operações logísticas em Pernambuco

Em matéria publicada no jornal de circulação interna na faculdade, repondendo a questionamentos dos editores desejosos de ampliar informações quanto a operações logísticas dificuldades e desafios enfrentados em Pernambuco, indagaram sobre as novas tendências de transporte de mercadorias e armazenamento logisitico. Acrescentaram ainda, ao questionamento, se é verdade que agora há uma inclinação maior de centralização das empresas? Relatei, como reposta, que logística é um assunto que deve ser considerado como "arma estratégica" na mão do administrador de um modo geral. Por ser um tema íntimo para incrementar a competitividade, portanto reduzir custos, está sempre se renovando em seus aspectos táticos e operacionais através de aportes tecnologícos. Isso não acontece apenas no âmbito privado, mas também no público, basta ver a estratégia que ora está sendo utilizada pela INFRAERO com a implantação do Aeroporto Industrial de Petrolina, por exemplo, cuja repercussão será uma maior competitividade aos produtos de nosso estado, notadamente, os provenientes da fruticultura às margens do São Francisco pra exportação, cujo alvo é a Europa e os EUA. Quanto ao questionamento, adiantei que o tema, como muitos outros no campo da administração de empresas se submete as oportunidades oferecidas pelo mercado. Até períodos recentes, as empresas no Brasil tinham na logística uma visão de incremento de custos em suas operações, não levando em considerção quaisquer vantagens que pudessem ser identificadas. Como uma das bases da estratégia logística é o compartilhamento de estruturas (padronizadas), é de se esperar que alguns operadores se "especializem" em logística com o objetivo de reduzir custos. Outro ponto que considero importante para formulação das idéias que conduzam a resposta ao questionamento é novamente fazer menção as oportunidades oferecidas pelo mercado sob os pontos de vista geográfico, fiscal e político. É com base, principalmente nestes três pilares, que se embasa a decisão de centralizar ou não as operações. Nosso estado é um exemplo perfeito disso. Só pra se ter uma idéia, há um dia de viagem por terra, segundo o SEBRAE, Pernambuco cobre cerca de 90% do PIB Nordestino envolvendo 6 capitais, 4 aeroportos intenacionais, 4 portos intenacionais, 1 porto fluvial e mais de 20 milhões de pessoas. Dá pra entender em que pesam as decisões das empresas quanto a logística agora?
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