Amor não é apenas um sentimento, mas um comportamento

Relacionar-se não é uma tarefa fácil. No entanto, quando pensamos no amor, não apenas como sentimento, mas como comportamento, verificamos que estes pode se tornar uma habilidade que pode vir a ser desenvolvida, assim como qualquer outro sentimento que gostaríamos de manifestar mais em nossa vida. Amar é uma arte e aprendemos esta arte a cada dia. Ao aprovarmos a nós mesmos e termos pensamentos positivos sobre nós, estendemos essa gentileza de aprovar e pensar o melhor sobre os outros, e assim vamos vivendo num ciclo ascendente de evolução emocional e de amor ao próximo

Relacionar-se não é uma das tarefas mais fáceis a se realizar, porque você não tem parâmetros de como fazer isso ocorrer de forma saudável, sem ultrapassar os limites do outro e, até mesmo, os seus próprios limites. É apenas tentativa e erro.

Há momentos que você se doa demais, e o outro se assusta com tantas manifestações de carinho e amor, chega a se sentir “sufocado”. Em outras situações, você se manifesta de menos, e é taxado de frio, insensível e até de não querer estar naquele relacionamento.

A grande questão aqui consiste que as pessoas têm diferentes histórias de vida, são constituídas em diferentes grupos familiares, com hábitos e valores próprios, e isso faz toda a diferença na hora de se expressarem.

Cada um só da o que tem, e o que reconhece como próprio e inerente a sua formação. As pessoas não são desamorosas ou exacerbadamente carinhosas de propósito, elas apenas manifestam seus sentimentos na forma em que aprenderam, ou melhor, expressam na forma em que se habituaram a recebê-los.

Você pode treinar e desenvolver essa habilidade da amorosidade, ou qualquer outro sentimento que gostaria de manifestar mais em sua vida. No entanto, as pessoas que de fato são amorosas, o fazem por algo maior, por algo que foi aprendido desde muito cedo.

Amor é mais do que um sentimento, é um comportamento. Um hábito que pode vir a ser desenvolvido e adaptado a nossa vida. Podemos não amar completamente alguém ou alguma situação, mas podemos nos comportar de forma amorosa e praticar tantas vezes, até que se torne um hábito em nossa vida, e se reconheça esse sentimento como parte integrante do nosso ser, e não mais apenas como um comportamento pré-programado.

Segundo Erich Fromm, amar é uma arte e aprendemos esta arte a cada dia. E completa, que amamos aqueles a quem servimos e servimos aqueles a quem amamos.

Quando praticamos o amor ao próximo como a nós mesmos, na verdade estamos promovendo uma auto-aprovação. Ao aprovarmos a nós mesmos e termos pensamentos positivos sobre nós, estendemos essa gentileza de aprovar e pensar o melhor sobre os outros, é um ciclo. E assim, potencializamos a nossa qualidade de vida à preservação e à manutenção do amor em todos os nossos relacionamentos.

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