Além da lei de cotas

Após a contratação, a organização deveria elaborar um plano de carreira e garantir também a acessibilidade e recursos necessários para o desenvolvimento do colaborador que foi recém-contratado.

É o objetivo desde o primeiro dia de trabalho, se esforçar e ser reconhecido, e como consequência, ser promovido devido ao seu desempenho a um cargo superior. Será que na prática, isso acontece para as pessoas com deficiência?

“As organizações devem superar a “Lei de Cotas”, não é só contratar apenas para não ser multada“.

Após a contratação, a organização deveria elaborar um plano de carreira e garantir também a acessibilidade e recursos que possam ser necessários para o desenvolvimento do colaborador que foi recém-contratado.

“Se o lugar não está pronto para receber TODAS as pessoas, o lugar é deficiente”, diz Thais Frota.

O que percebemos é que a Lei de Cotas está sendo aplicada de forma errônea em algumas organizações como se fosse um “tapa buraco”, isso mesmo, um “tapa buraco”. Para que a empresa não seja multada, ela faz a contratação e não dar suporte ao seu colaborador.

As pessoas com deficiência também tem objetivos e sonhos que desejam alcançar. Da mesma forma que qualquer outra pessoa deseja crescer profissionalmente, os deficientes também querem exercer cargos de liderança e não ficar só em cargos operacionais.

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