Agosto: mês de emoções no Brasil

Haja coração para este mês se inicia!

A pouco mais de um mês para o jubileu de ouro da Administração no Brasil, agosto promete ser um mês de fortes emoções e decisões em nosso país.

Para começar, tem-se o retorno das atividades legislativas no Congresso Nacional. Considerando os últimos desdobramentos da Operação Lava-Jato e o conflito de interesses entre as duas legendas que compartilham o poder na esfera federal (o PT e o PMDB), a expectativa é de que este mês esteja acompanhado de diversas discussões políticas no parlamento brasileiro que impactarão na vida dos brasileiros, no desempenho da economia e no sono de muitos agentes públicos.

Na sequência, está previsto para o dia 16 em diversas cidades do Brasil manifestações rechaçando a corrupção que se institucionalizou em diversos órgãos e entidades públicos. Além disso, está previsto um ato em defesa do impeachment da nossa Presidenta.

Acerca dos movimentos do Congresso Nacional esperados para este mês, o que se deseja é que suas ações não se pautem pelo revanchismo ou por questões pessoais que agravem ainda mais a crise político-econômica que o próprio Congresso alimentou com fisiologismos e corporativismos praticados em conjunto com o Governo Federal nos últimos anos, resultando em rombos bilionários nas empresas estatais e no aparelhamento político de órgãos públicos.

Sobre as manifestações do próximo dia 16 de agosto, trata-se de um ato cívico apartidário que deve contar com a adesão dos que buscam um Brasil melhor. Para tanto, não basta panelaço na janela de casa, tampouco hashtag no Twitter. A população precisa sair às ruas se quiser que essa turminha que se alojou no poder e contribuiu com o atual cenário político-econômico nacional seja destituída.

Como já foi descrito em inúmeras ocasiões por este que lhes escreve, os que atualmente estão à frente do país não possuem projetos de Estado e de governo para transformar nossa pátria grande em grande pátria, mas, sim, projetos de perpetuação no poder. E isso fica bem evidente pelos gargalos estruturais vistos em nossa economia, pela perda de competitividade nacional e pelo agravamento da estagflação e do desemprego que vêm fazendo nosso país retroceder ao que era na década de 1990.

Portanto, a população deve sair às ruas e não só contra Dilma ou PT, mas também contra a corrupção, por mais direitos sociais e por uma nação mais competitiva, capaz de gerar qualidade de vida para esta e para as futuras gerações de brasileiros.

À luz do exposto, haja coração para este mês se inicia! E que a população, de maneira pacífica e consciente, exerça o poder que a nossa Constituição Cidadã de 1988 lhe atribuiu e saia às ruas no dia 16 com o desejo e o ímpeto de mudar o país para melhor, já que não se pode esperar muito dos que estão à frente do país, a não ser fisiologismos, corporativismos e conflitos de vaidades.

Um forte abraço a todos e fiquem com Deus!

L.S.

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