Administração pública comparada: uma avaliação das reformas administrativas do Brasil, EUA e União Europeia

Comparativo de medidas administrativas entre distintos países, tendo em vista o Brasil

Realizar uma comparação justa entre nações que possuem modelos de administração pública um tanto distintas torna-se uma tarefa de grande complexidade. Dentro dessa ótica, a análise possui um teor que se volta mais para as suas diferenças do que igualdades, no entanto, as instituições possuem uma definição em comum que são um conjunto de regras, criadas pelo homem, para que possa haver maior segurança entre as relações de trocas. Podemos observar que com a evolução da Administração Pública os países deixaram de focar, exclusivamente, em questões interiores, ou seja, de dentro do próprio país, passando a uma maior interação, isso ocorre devido a globalização.

Além disso, as nações passaram a compartilhar situações em comum, por exemplo, definir qual a principal estância deveria ser solucionada: gerar empregos ou reduzir a pobreza? E a previdência social? Perguntas como essas, evidentemente, foram resolvidas de formas distintas, no entanto, possivelmente, partiram de estratégias de reformulação da administração pública que possuem quatro ramificações para se escolher, sendo elas manter, modernizar, mercantilizar e por fim minimizar. De fato, se problemas ainda existiam a resposta não estava na primeira ramificação, manter, já que manter significaria permanecer com os mesmos modelos de administração, porém uma modernização costuma assustar aos que se predem as maneiras de racionalização tradicional, ou seja, as coisas deveriam agora seguir um sistema gradual.

Enquanto, a Europa buscava uma modernização que aumentava a idade para a aposentadoria e estimulava a natalidade, sabendo que em futuramente teriam uma carência da força de trabalho; os Estados Unidos usavam da estratégia mais voltada a mercantilização de sua previdência social. Retornando ao Brasil verificamos as reformas em sua administração precisavam ser eficazes tanto para economia, quanto para o cidadão trabalhador, era, de fato, uma estratégia de modernização, a quebra da excessiva burocracia. Nesse sentido, o Brasil enfrentava graves problemas, havia uma necessidade de redirecionar as funções que o Estado deveria tomar para si, e isso deveria ser feito as claras, além de impor as dimensões. Vale ressaltar que a missão com prestador de serviços públicos encontrava-se desgastada, o sistema operacional era desmotivado e incapaz de suprir a demanda.

Fica evidente, portanto, que a melhor das formas de se romper com inúmeras mazelas administrativas estava na brusca quebra da informalidade para, enfim, uma ordem mais profissional e competente, tornando o Estado menos burocrático e mais competitivo frente as demais nações.

ExibirMinimizar
CEO Outllok, A era da liderança resiliente. Confira os Resultados.