Adaptar é o melhor remédio

Em tempos de crise, sair do ostracismo, assumir as rédeas de nossas carreiras e estra pronto para as frequentes mudanças são habilidades altamente valorizadas no mercado de trabalho

Incrível a velocidade que a vida tomou e vem, literalmente, correndo, quase destruindo tudo a sua volta. Um aparelho de telefone de última geração apenas perdura por poucos dias, que um concorrente ou a mesma fabricante já lança algo novo e melhor.

Quantos de nós vimos o mundo mudar à nossa volta sem nem percebermos. Não tomamos mais café da manhã em casa, almoço em família é artigo de luxo, jantar com os filhos virou quase uma lenda, pois estamos sempre correndo, e muitas vezes, nem sabemos atrás do que ou do que.

Uns correm falando que precisam ganhar a vida sem notar que a estão perdendo há muito. Perde-se tempo para a família, o convívio com os amigos, o lazer, enfim, o que de fato é importante. Assim, a vida passa correndo, nos cansamos e quando nos chegamos ao final dela percebemos que perdemos uma vida inteira.

Diante de toda essa correria que nos é imposta, o melhor remédio para conseguir manter-se ou se destacar no mercado de trabalho é se adaptar. E o ser humano possui esse “super” poder da adaptação, mas às vezes, de tanto correr, se esquece de usar.

Duas são as sentenças de ordem, na atualidade. Produtividade e redução de custos. Assim, o trabalhador ou o empreendedor deve ser criativo e eficiente a ponto de entregar sempre mais com menos. Essa competência vem sendo altamente valorizada no mercado de trabalho.

Adaptação exige mudança, e é nesse ponto que as coisas se complicam para muitos. As pessoas são resistentes a mudanças. Por medo do desconhecido ou medo de perder o que já tem, elas simplesmente, se paralisam diante da necessidade de mudar. O que elas não entendem é que essa paralisia “mata”. Mata nossos sonhos, nossas conquistas, nossas possibilidades de crescimento.

De acordo com a consultora Betânia Tanure, todo processo de adaptação passa por quatro fases: “eu preciso da mudança”, “eu quero fazer a mudança”, “eu sei fazer a mudança” e “eu faço a mudança”. Não necessariamente, essas fases ocorrem sequencialmente, podendo haver a necessidade de algumas acontecerem concomitantemente. E não existe grau de relevância entre essas fases, sendo todas de extrema importância.

Foi-se o tempo em que nossas carreiras dependiam apenas das empresas em que trabalhávamos. Hoje o papel de protagonista é fundamental na carreira de cada um. Quanto mais a pessoa se conhecer, mais saberá da importância de mudar, quanto mais protagonista for, mais coragem terá de assumir a condição de mutante e agir em direção ao novo cenário, assumindo as rédeas de sua carreira e sabendo que apenas as suas ações serão responsáveis pelo seu sucesso, e que a inação te levará ao fracasso.

Saia da sua zona de conforto. Pense fora da caixa e seja um agente da sua mudança!

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