A responsabilidade social como estratégia de crescimento.

As empresas enquanto voltadas unicamente ao lucro, ao retorno de investimentos financeiros, tendem a menosprezar os ganhos a longo prazo, com a não adoção de políticas de responsabilidade social para com os grupos que interagem no seu ambiente de negócio. Ao se realizar um diagnóstico estratégico, peça fundamental para a elaboração de um eficiente planejamento estratégico e consequente posicionamento estratégico, analisam aspectos internos e externos desse ambiente cada vez mais competitivo. De tal sorte que, tanto funcionários, como clientes, são analisados sob o prisma da capacidade destes segmentos gerarem mais lucros a médio e longo prazo. Tenta-se extrair o máximo destes segmentos e na forma com que a empresa irá interagir com os mesmos, a ponto deles contribuírem cada vez mais para o alcance dos objetivos organizacionais. Ocorre que a "contrapartida" deve superar a mera apresentação de produtos de qualidade e confiança, e a remuneração justa ao trabalhador, com ou sem participação nos lucros. Temos que a empresa bem sucedida neste campo, tende a fortalecer-se a longo prazo, na medida que tenha consciência da responsabilidade social para com estes grupos ou segmentos. Ainda que a responsabilidade da empresa seja maior para com seus sócios e acionistas, analisamos que o devido aprimoramento de seu relacionamento com clientes e funcionários, será fundamental para um maior retorno financeiro aos detentores do poder na empresa. Cresce ainda a responsabilidade com outros grupos, como fornecedores, governo e autoridades públicas, comunidade onde se localiza, e meio ambiente. Todavia, a base da responsabilidade social deve estar focada nos funcionários da empresa e principalmente nos clientes. Nossos funcionários estarão melhor motivados ao trabalho, com efetivas práticas de gestão e critérios motivacionais apropriados, quando perceberem que a empresa realmente importa-se com o ser humano a serviço a empresa. Sabendo que ele não se trata apenas de uma peça na engrenagem, que pode ser substituída a qualquer tempo, pela necessidade de redução de custos. Ainda que os cortes sejam muitas vezes necessários, é preciso se estabelecer limites a sua realização, e com gestão participativa, reduções de carga horária, dentre outras estratégias, podem suprir a necessidade da redução dos funcionários. Aos adminsitradores que conseguem visualizar um ser humano, pai de família, por detrás de um uniforme funcional, a gratificação pelo emprego, pela realização pessoal do indivíduo, proporcionará uma contrapartida maior do empregado para com a empresa, e seu envolvimento pessoal no trabalho produzirá melhores resultados. Nossos clientes tendem a adquirir maior respeito pela nossa marca ou produto, na medida em que soubermos tratar com responsabilidade nossos empregados. E ainda, estando cada vez mais exigentes, sabem distinguir as empresas que tem responsabilidade com funcionários e clientes, daquelas que tem interesse apenas pelo bolso, pelo lucro rápido, sem levar em conta as necessidades humanas das pessoas que fazem parte dos grupos que interagem com a empresa. Exemplo claro de responsabilidade social, temos em Mato Grosso, com a Casa Domingos, empresa de Materias de Construção que se consolida no mercado e tem consumidores em todo o estado, além é claro de pessoas que embora não sejam clientes diretos, aderem aos inúmeros projetos de repovomanento dos rios do Pantanal Matogrossense, com a distribuição de milhares de alevinos anualmente nas águas nos rios que formam a bacia do pantanal. Este responsabilidade ambiental produz resultados impressionantes para o bom conceito que a empresa tem no mercado, e na opinião pública. Seus clientes sabem que estão contribuindo ainda que indiretamente com o equilíbrio ecológico no estado de Mato Grosso.
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