A ordem é: "redução de custos!" - Parte 1
A ordem é: "redução de custos!" - Parte 1

A ordem é: "redução de custos!" - Parte 1

Neste post vou comentar uma ferramenta bastante eficaz para ser assertivo na hora de reduzir os custos. Vamos lá?

Redução de custos é, há mais de 20 anos, a estratégia adotada por inúmeras empresas para tentar se equilibrar no mercado.

Mas, mesmo depois de tanto tempo, a maioria dessas empresas ainda não enxerga o que realmente é a redução de custos. Tomam ações no desespero, sem planejamento e sem saber onde devem agir para a redução significativa de custos. Realizam cortes de mão de obra sem analisar impactos, cortam insumos básicos de produção, postergam manutenções preventivas, cortam itens de baixa expressão no valor economizado, mas que geram altos índices de insatisfação dos colaboradores, como o famoso “corte do cafezinho”, entre outras decisões equivocadas.

A redução dos custos de uma empresa é sem dúvidas uma estratégia em tempos competitivos que vivenciamos nos dias de hoje. Mas se não houver um método sistêmico e baseado em fatos e dados, este programa de redução de custos terá um resultado nulo ou às vezes até pior que se não houvesse o programa.

Mas por onde iniciar um Programa de Redução de Custos?

A primeira coisa é analisar o balancete da empresa, identificar e elencar os itens de maior custo a empresa. Um gráfico de Pareto é uma ferramenta bem-vinda neste caso, pois te dá uma visão gráfica e absoluta de quais são os itens que geram grande impacto financeiro à empresa.

Com base nas teoria 80-20 de Pareto, cerca de 20% das categorias concentram-se maior parte dos custos, ou seja, 80% dos custos.

Nos próximos posts, vou elencar as categorias de custo mais comuns que uma indústria de manufatura encontra, mas lembrando que estas categorias podem variar de acordo com o negócio.

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