A nova organização

Frutos de um pensamento dos gestores de novas empresas, principalmente pequenas, que não querem em nenhum momento que a ociosidade invada algum setor da organização...

Há uma tendência no meio empresarial que prega o “multifuncionalismo” como uma opção dos novos funcionários que desejam permanecerem no mercado competitivo.

Frutos de um pensamento dos gestores de novas empresas, principalmente pequenas, que não querem em nenhum momento que a ociosidade invada algum setor da organização, em suas contratações já sinalizam essa preocupação com alguns dizeres: “Aqui temos que fazer de tudo”, “vamos ver onde você se encaixa quando a empresa for crescendo”.

É até compreensivo esse pensamento, se olharmos com o a lupa da pequenez, mas pode ser um fator responsável pelo não crescimento de muitas organizações.

Devido a essa característica impregnada na mente e cultura dos novos colaboradores, existe ai uma brecha para a falta de responsabilidade, e o não cumprimento satisfatório das funções desenvolvidas. Pois quem vai querer apanhar e assumir a culpa pelo mau cumprimento das atividades que são realizadas por todos? E quem vai ser o próximo a assumir outra função, quando não se sabe quem realmente se destaca?

Poderíamos ainda destacar outros desencadeamentos dessa nova cultura difundida e cobrada no século XXI, como a desmotivação, baixo rendimento, dificuldades de medições para se definir padrões de atividades e outros que estarão lembrando agora lendo esse texto.

Mas na verdade não existe receita para o bom funcionamento de uma empresa, ainda mais com o inconstante mundo do trabalho. Para isso os gestores devem sempre estar atentos ao cenário e anseios de seus colaboradores, devendo alocá-los de maneira que os satisfaçam e extraiam o melhor de sua capacidade.

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