A jornada pela essência. Assuma a sua e chegue aonde ninguém mais pode chegar.

Entenda por que mentes brilhantes, como Einstein, Steve Jobs, Walt Disney e tantos outros, se destacaram no meio da multidão. Aprenda com eles a seguir sua própria jornada pela essência e a realmente fazer a diferença no mundo.

Refletindo sobre grandes ícones, pessoas que tanto admiramos pelos feitos, conquistas e transformações que geraram ao mundo - como Steve Jobs, Walt Disney, Einstein… - me veio à mente o que eles possuem em comum. E percebi que eles apostaram todas suas fichas na sua essência, em sua singularidade, naquilo que eles tinham certeza que traria uma contribuição ímpar ao mundo.

Mas diferentemente do que somos tentados a pensar, quando conhecemos a fundo a história deles, entendemos que não foi simples, ou do dia pra noite, que eles se tornaram tudo o que são hoje, e, principalmente, conquistaram o reconhecimento das demais pessoas. Na verdade todos eles foram alvos de muitas críticas. Lembra de quando sua mãe dizia que só se joga pedras em árvores que dão frutos? Você a escutou? Pois ela estava certa! O que é preciso entender é que tais críticas, de certa forma, te ajudam a chegar aonde você precisa. No filme Matrix, por exemplo, a oráculo diz ao Neo que ele não é o escolhido - sabendo que ele o é - porque era necessário que ele descobrisse isso por si só. Caso contrário, se ele achasse que era, provavelmente não passaria pelo que tinha que passar e, consequentemente, não se tornaria quem precisava se tornar (um paradoxo de fritar o cerébro!). Não se trata, portanto, de ser, mas de se tornar alguém. Trata-se de seguir uma jornada.

Einstein não nasceu Einstein. Pelo menos não o Einstein que reverenciamos. A essência já estava lá. Mas ele teve que seguir uma “jornada” em busca dessa essência. Aprimorar, estudar, errar, aprender, refazer… Ele precisou conviver com certos dilemas e enigmas que ele próprio se lançava, que permaneceram incompreendidos por mais de uma década! Alguns dos quais ele jamais foi capaz de solucionar completamente (com demonstrações empíricas principalmente) em vida. E até hoje, em pleno século XXI, há cientistas engajados em provar suas mais ousadas teorias. E isso só demonstra quão grande foi sua genialidade para sua época. Se optar por seguir essa jornada, você também não será reconhecido de cara. Antes disso, será posto à prova, questionado, indagado, sabotado... Portanto, prepare-se.

Nesta busca, existem também sacrifícios. A vida vai exigir, mais cedo ou mais tarde, que abramos mão de algo em prol de nossos objetivos. É neste momento que precisa estar claro para nós mesmos o porquê da nossa existência. Por esse motivo os grandes gurus insistem tanto em dizer que ganhos financeiros são uma espécie de motivação fraca para te sustentar quando tudo parece ficar de cabeça pra baixo. Com uma certa frequência, as coisas tendem a piorar bastante antes de dar certo, e nesta hora é preciso se apegar à sua missão, ao seu verdadeiro objetivo de fazer o que faz, algo consideravelmente mais valioso que apenas dinheiro, por mais estranho que isso te pareça. Espero que tenha boas razões e coragem para superar essas tempestades. É preciso, além de tudo, ser teimoso: insistir em você, quando todos já desistiram.

Quer provas do que estou dizendo? Já assistiu ao filme "Walt antes de Mickey" (disponível no Netflix)? Se ainda não, sugiro veementemente que faça isso logo após terminar de ler este artigo. Vai entender melhor do que estou falando. Perdoe o pequeno spoiler (caso não queira ver, pule imediatamente para o próximo parágrafo), mas o cara chegou a comer lixo! Imagina o que teria acontecido caso ele tivesse desistido de acreditar em seus sonhos. Jamais conheceríamos a magia do mundo Disney, porque a Disney simplesmente não existira, já que um talento resolveu desistir de acreditar em si mesmo antes que tudo pudesse dar certo!

É preciso ouvir seus instintos e, muitas vezes, fugir do caminho convencional. Não estou aqui defendendo que não deva fazer uma faculdade, investir em sua carreira acadêmica. Jobs não o fez, já Einstein sim. Estou dizendo que mais cedo ou mais tarde, terá que fazer o que poucos fazem, caso queira chegar aonde poucos chegam. Isso implica ir além, nunca aquém, que fique claro. O conteúdo dado em sala de aula é pouco, ou talvez até desnecessário. No discurso de Jobs a formandos da Stanford University (caso ainda não tenha visto, é imperativo que assista também!), ele afirmou que "há pontos que só é possível ligar olhando para trás". Ele se referia a escolhas que fez (como cursos avulsos, por exemplo), que impactaram completamente o futuro dele e, de tabela, de todo o mundo, que ele não fazia a menor ideia de como aquilo poderia ser usado no momento em que escolheu. Apenas seguiu seu instinto. Prefiro o termo: "ouviu a voz da sua essência”.

Eu realmente acredito que cada um de nós nasceu para um objetivo particular, e que deveríamos despender grande parte de nossa energia para descobrir tal objetivo. Vale inclusive recorrer à sua infância, suas características que te diferenciavam dos demais coleguinhas. Descobre-se muito ao lembra dessa época, em que podemos ser, de forma descomprometida, nós mesmos! É como encontrar o espaço exato onde nos encaixamos no Universo. Isso não tem necessariamente a ver com a escolha de uma simples profissão, ou uma religião específica, por exemplo. É algo bem mais profundo. Trata-se do real motivo da sua existência, nossa verdadeira missão aqui na Terra.
Quero dizer que, à medida que você se encontra no Universo, seguindo algumas de suas intuições, o que antes se parece com um eco sutil lá no fundo, uma faísca distante, quanto mais você avança rumo à sua essência, vai se tornando uma força tão potente que você simplesmente não consegue resistir. Quando se chega a uma distância suficientemente perto dela, torna-se impossível ceder à sua essência.

Essa jornada certamente irá te conduzir para um feito único, uma contribuição ímpar para a humanidade. Simplesmente porque você decidiu ser você mesmo, mas você na melhor forma. Vale lembrar também que, por se tratar de uma decisão, nunca é fácil seguir a jornada pela essência. O sucesso nunca foi um lugar para covardes. Por isso, prepare-se para fazer escolhas difíceis, decisões não compreendidas pela esmagadora maioria das pessoas que te acompanham. Não as culpe. Elas ainda não são capazes de ver o que você vê. Poderão te pregar um rótulo de louco, o que é um ótimo sinal!

Sei que muitos lerão este artigo e permanecerão céticos e inertes, escondendo sua falta de auto-confiança atrás de argumentos como: "não adianta, trata-se de sorte e ponto". Não há nada mais trágico que escutar essa frase. Encaro a sorte como parte da mesma moeda que carrega o azar. Nada pode ser tão danoso a alguém quanto a sorte, quando este não está preparado para ter aquilo o que não se transformou para receber. As coisas precisam permanecer. Eu acredito que só o que é verdadeiro pode permanecer, e isso exige uma transformação, precisamos de mais do que meros "castelos de areia”. Precisamos ser muito antes de ter.

Quando reflito sobre isso e sobre todos esses personagens citados neste artigo, dois pensamentos me sobem à mente. O primeiro, mais óbvio é: o quão corajosos e determinados foram esses seres, capazes de persistirem em percorrer sua jornada pela essência, contra tudo e contra todos. O outro, menos óbvio é: quantos Einsteins, Jobs, Walts deixaram de existir e de, consequentemente, nos brindar com suas contribuições ímpares, pela falta de coragem em seguir sua jornada pela essência. Queria que fossem menos especiais, que existissem mais deles no mundo. Talvez possa ser você, que lê agora este artigo. Talvez não. Acredito que esta escolha seja completamente sua e a respeito, seja ela qual for.

Mesmo que apenas um, de todos que lerem este artigo, for capaz de se mudar pelas palavras aqui escritas, e passar a percorrer sua própria jornada pela essência, considero (sem exagero) justificada a minha existência neste mundo.

A esta altura de sua leitura, você pode estar se perguntando: "mas quem é você? O que você construiu para dizer tais coisas?" Uma pergunta natural, admito. Recorro a um de nossos personagens para respondê-la. Einstein, em uma de suas mais famosas teorias, provou que até mesmo o tempo é relativo. Sendo assim, posso dizer que sou o que irei me tornar. Não é mais uma questão de "se", mas "quando". Afinal, visionários são aqueles capazes de enxergar aquilo que ainda não existe antes de todo mundo. Esta é, por sinal, a mesma definição de fé! Que graça teria falar tudo isso depois de chegar lá? Nesta situação alguém poderia dizer: "aí é fácil, depois que já alcançou o sucesso dizer tudo isso." Entende-se aqui como sucesso o alcance das metas pessoais de vida, seja em qual esfera for. Enfim, estou no caminho de uma jornada que decidi percorrer: a jornada pela essência. E você? Vem comigo?

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