A Economia do Brasil não vai bem

Por mais que o presidente Luís Inácio Lula da Silva propague aos quatro cantos do mundo que nossa economia vai de vento em popa, não é bem isso que o povo está sentindo. Tirante os setores exportadores (que ainda não são muitos) quem depende exclusivamente do mercado interno está patinando, ou mesmo andando para trás. As grandes lojas de eletroeletrônico e móveis ainda conseguem ter algum retorno. Mas essas empresas vendem juros e entregam a mercadoria. A população (em sua maioria de remediados) aceita passivamente essa prática. Os empresários agradecem. Apesar de ter sido divulgado com alarde que as empresas não financeiras têm tido um aumento de lucratividade maior em relação aos bancos, podemos afirmar com ceteza que são poucas, e muito poucas, as que se enquadram nessa condição. O que dizer das micros, pequenas e médias empresas (MPME) de todos os segmentos da economia brasileira. Em quase sua totalidade formada familiarmente. Sua gestão não é profissionalizada. À intuição não se segue uma pesquisa de mercado e muito menos o planejamento. Como sobreviver? Apesar do apoio que essas empresas têm de organismos como o SEBRAE, sindicatos, associações etc ainda falta uma cultura gerencial nas empresas. A nosso ver a solução seria implantar o Curso de Empreendedorismo nas escolas desde o pré-primário até o terceiro ano do ensino médio. Com isso as incertezas que cercam as MPME seriam em muito sanadas. O que ganharia o Brasil com isso? Tudo. Com maior longevidade das empresas milhares de empregos poderiam ser gerados e conservados durante anos. Incentivados, os empresários registrariam seus colaboradoes, aumentando o recolhimento de contribuições e ajudando a sanar esse déficit assombrosa do INSS. Tendo empresas mais sólidas chegaríamos a um ponto de e em que não seríamos dependentes exclusivos do mercado externo. Digo exclusivos porque dependemos sempre de alguem. E o empresário mais ainda. O poder de compra de nossos consumidores internos balanciaria essa desigual concorrência com os dólares, euros e ienes da vida. Nós é que precisamos ter vida própria. Mas será que o governo federal, através de seu médico e ministro Palocci, tem interesse nisso? As mesnagens são ambíguas, mas esse assunto fica para a próxima coluna.
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