A convocação ao verdadeiro sucesso

Agradeço a Deus que bateu à porta da minha alma e a despertou do descanso, convocando-me a buscar o verdadeiro sucesso. Desta forma, acordei a tempo de redirecionar minha vida, abrindo espaço para meu verdadeiro talento

Agradeço a Deus que bateu à porta da minha alma e a despertou do descanso, convocando-me a buscar o verdadeiro sucesso. Desta forma, acordei a tempo de redirecionar minha vida, abrindo espaço para meu verdadeiro talento. Esse movimento tem apresentado resultados fantásticos. Sinto-me mais viva e engajada em um plano maior. Essa lucidez só é possível quando se desperta para a missão da alma.

Este conceito abraça o nosso próprio resgate, na medida em que somos autorizados e apoiados a trabalhar na nossa direção. Somos motivados a alinhar traços da personalidade que não foram corretos ou que já causaram danos ao universo e as pessoas que habitam o espaço Terra. Supondo que a missão da alma dá o direito de acertarmos o compasso de vidas anteriores, o que estamos fazendo com esta oportunidade? Vejo tantos zumbis e, por mais que eu tente ver além da frenética angustia de chegar não sei aonde, não consigo ver alma, propósito, nem resgate.

Somente enxergo tontura, perda de tempo, corrida para o abismo, energia desperdiçada em projetos que não se interligam a tempos antigos e, por sua vez, não propõem alianças inteligentes em direção ao futuro. Percebo seres individuais vivendo em ilhas particulares, que objetivam sobreviver fazendo dinheiro. A luta na direção exclusiva do dinheiro afeta a visão do todo que envolve muitas variáveis.

Por exemplo: - Se de fato o dinheiro fosse nossa missão terrena, por que não o levamos conosco? - Se de fato vencer na vida significa colocar o ego no pódio, porque não carregamos conosco as glórias ovacionadas deste ego? - Se de fato acreditamos que a vida é correr freneticamente para conquistar não se sabe bem o quê, então por que não descansamos na paz das conquistas, ao invés de ofegantes e distraídos, criarmos mais projetos que afastam a alma do ponto central? - Se de fato o cargo, a imagem e o sucesso são a base de todo o ser, por que encontramos tantos pedaços de gente espalhados em espaços reservados aos perdidos e sem crédito diante do mundo?

Trabalhar com a direção definida é um privilégio para poucos, mas o direito é de todos. Medidas deverão ser tomadas. Não basta render-se ao caos. A conquista de uma visão espiritualizada sobre as relações que mantemos com o universo é um trabalho individual e longo.

Não podemos comprar o autoconhecimento assim como se compra um carro, por exemplo. É preciso cumplicidade, com a intenção de elevar os critérios de julgamento do que rege o mercado, os negócios, a família, a profissão e, principalmente, o uso do tempo. Os critérios passam longe do “viver zumbi” que estamos acostumados a entender como a modernidade. O erro é comprar o moderno. Ele é falacioso.

Não podemos permitir que o esgotamento gerado pela modernidade nos impeça de sermos tocados pela energia do invisível. Ela nos convida a redirecionar o passo em direção a cura dos nossos flagelos, impregnados na nossa alma, muito além desta vida.

O compromisso, em primeiro lugar, é com a nossa missão de limpeza e redirecionamento. Depois vem a lucidez de caminhar em uma estrada macia e perfumada, onde os pés andam firmes e seguros na direção do acerto de contas com o tempo maior, o tempo além deste tempo, o tempo acima de todos os tempos. Este é o passo do compasso que se bem orquestrado fará com que sigamos pela vida dançando nossos acertos e resgates. Viva o momento exato que Deus bateu à minha alma e a despertou do descanso e da distração terrena. Sou grata! Sou um sucesso!

ExibirMinimizar
aci baixe o app