7 dicas práticas de como montar seu portfólio de arquitetura

Para quem está começando na área sabe como é difícil montar o primeiro portfólio. Pensando nisso reunimos 7 dicas para montar o seu

Construir um bom portfólio - com todas as informações necessárias, seus diferenciais, mas que ao mesmo tempo não soe como “enrolação” - pode ser uma tarefa difícil, especialmente para quem está começando na área.

Para te ajudar nessa tarefa, separamos 7 dicas práticas que vão guiar a confecção do seu portfólio e garantir mais clientes ou aquele emprego tão desejado.

  1. Elabore uma boa introdução

Além de usar imagens dos projetos que você realizou até aqui, inclua em seu portfólio uma pequena introdução sobre você. Conte sobre sua formação, experiências profissionais, cursos e formações extras, e objetivos de carreira. Mas, atenção: seja direto, claro e sincero. Aliás, essa é a próxima dica.

  1. Seja simples e direto

Empresas e clientes recebem muito material constantemente, por isso, é importante que o seu portfólio seja direto, claro e, na medida do possível, curto. Use imagens, por exemplo, mas escolha somente aquelas que retratem os pontos principais de cada projeto. E use textos curtos para contextualizar o processo de criação do projeto, seu desenvolvimento e os resultados.

  1. Tenha uma visão estratégica

O mais comum é que um arquiteto possua apenas um portfólio e que ele seja utilizado para prospectar novos clientes ou concorrer a uma vaga em um escritório. Porém, essa não é a melhor estratégia. O ideal é pensar o portfólio elaborando o seu conteúdo para se alinhar com o perfil do possível cliente ou escritório que irá recebê-lo. Isso é mais trabalhoso, mas assim você tem mais chances de sucesso.

  1. Inclua diferentes formatos e informações, mas sem exagero

Um bom portfólio precisa falar sobre as características mais relevantes e importantes dos seus projetos, transmitindo com clareza o conceito e as principais ideias e funcionalidades de cada um. Para isso, insira imagens, maquetes, croquis e plantas. Mas, conforme a dica anterior, cuidado para não deixar tudo muito extenso.

  1. Seja criterioso com o que inclui no portfólio

Em um primeiro momento, essa dica pode parecer contraditória com a anterior, mas não é. Aqui, a regra é ter muito senso de importância, ou seja, não inclua todos os projetos que você já elaborou. Escolha aqueles que tenham mais destaque (seja pelo tamanho, dificuldade, inovação ou grau de participação que você teve).

Outra observação: não se limite apenas aos projetos que você realizou. Explore aqueles não realizados, como trabalhos acadêmicos e demais projetos e ideias que demonstrem o seu potencial e criatividade.

  1. Aproveite as ferramentas online

Esse pensamento estratégico não significa que você não possa ter um portfólio “padrão”, disponível publicamente e que mostre os seus melhores trabalhos de uma forma geral. Uma maneira eficiente de fazer isso é através de serviços online que permitem a hospedagem de portfólios online customizáveis e gratuitos. Alguns dos mais conhecidos e melhores são o Behance, o DeviantArt e o brasileiro Kawek.

  1. Não esqueça de atualizar o portfólio

Esse é um erro comum (e grave). Nunca esqueça de atualizar seu portfólio sempre que realizar um novo projeto ou concluir algum curso ou formação. Uma boa prática é renovar o portfólio anualmente, mesmo sem material para incluir, porque você pode repensar a elaboração de algum item e ter novas ideias.

Esse post foi uma colaboração do Guilherme Not da Tibério Construtora.

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