5 mitos e verdades sobre seguros de vida
5 mitos e verdades sobre seguros de vida

5 mitos e verdades sobre seguros de vida

Mitos e verdades que estão debaixo do nariz de todo mundo, mas ninguém quer acreditar

Quando o assunto são coisas materiais, é natural o brasileiro procurar os melhores serviços ou produtos. Um bom relógio, uma boa casa, um ótimo carro ou belas roupas de marca. Todos querem saber o melhor lugar para se comprar, o menor preço, o melhor benefício. Todos querem, de alguma forma, usufruir daquilo que lhes agrada. Entretanto, quando se fala em saúde, muitos brasileiros preferem se automedicar do que procurar um médico, quando se fala em morte, as pessoas tendem a fugir do assunto, como se falar sobre ele fosse atrair algum problema. A verdade é que essa cultura está enraizada no Brasil e pouquíssimas pessoas falam sobre a vida e a morte. Por este motivo, pouquíssimas pessoas usufruem do privilégio de possuir um seguro de vida, pois muitas pessoas não têm ideia do quanto benéfico isso é para a vida das pessoas.

Por isso eu decidi então separar 5 mitos ou verdades sobre o seguro de vida para vocês.

1 - Não compensa fazer seguro de vida quando se é jovem

MITO!

Quanto mais jovem se é, menores são os valores de um seguro de vida. As pessoas pensam que só se pode ocorrer uma morte por velhice, quando há muitas pessoas que morrendo hoje em dia, vítimas de um ataque cardíaco ou mortes acidentais.

Existem diversos seguros de vida hoje em dia que não possuem reenquadramento por idade, ou seja, o segurado pode continuar pagando o mesmo valor mesmo que ele vá ficando mais velho com o tempo.

2 - Seguro de vida só serve em casos de morte

MITO!

A cobertura principal de um seguro de vida são a Morte Natural e Morte Acidental. No entanto, existem diversos seguros de vida com coberturas para diagnóstico de câncer, Invalidez Permanente por Doença ou por acidente, Despesas Médicas Hospitalares e Odontológicas por Acidente, sem contar alguns benefícios como assistência funeral para toda a família, seguro contra desemprego, Rede de Descontos, Segunda Opinião Médica, Sorteios Mensais, etc.

E você aí pensando que só quem está morto é que pode usar...

3 - Posso resgatar o valor que paguei no meu seguro de vida

VERDADEIRO!

Apesar de isso ser verdadeiro, é preciso ter atenção à contratação do seguro de vida. Existem os seguros de vida e os seguros dotais, que "pagam" um capital por "sobrevivência", ou seja, é o mesmo que resgatar parte do valor que foi contribuído.

No entanto, é necessário verificar com um Corretor de Seguros especializado, quais seguros são resgatáveis ou não e qual é a porcentagem de resgate para esses seguros. A porcentagem de resgate pode variar de acordo com a forma de pagamento (mensal, anual ou único) e de acordo com o tempo de permanência no seguro e idade do segurado.

4 - Posso contratar o seguro de vida quando estiver próximo de morrer

MITO!

Algumas pessoas pensam que não compensa contratar um seguro de vida quando jovem e pensam em contratá-lo apenas quando estão com sérios problemas de saúde com risco de falecer.

Acontece que as seguradoras fazem uma análise de risco para a aceitação do seguro. A grande maioria dos seguros de vida existe uma Declaração Pessoal de Saúde, ou seja, um pequeno questionário informando se você possui ou não problemas de saúde. Caso o segurado falte com a verdade nesse questionário e venha a falecer, a seguradora irá verificar se havia alguma doença pré-existente e, caso positivo, o pagamento da cobertura do seguro pode ser negada.

A grande maioria dos seguros de vida possuem também uma carência de 2 anos para morte natural.

Obs: Existem alguns poucos seguros que não exigem declaração pessoal de saúde, porém, algumas vezes não possuem coberturas e assistências tão bons quantos os outros.

5 - Posso usar o seguro de vida como reserva de emergência

VERDADEIRO!

Embora seja pouco utilizado para esses fins, algumas pessoas optam em fazer um pagamento único para o seguro de vida, depositando uma quantia alta em dinheiro para ter um bom capital em caso de morte, no entanto, caso ele precise do dinheiro daqui alguns anos, o segurado pode resgatar o valor corrigido pela inflação.

(É importante ressaltar que não trata-se de investimento como muitas pessoas dizem, mesmo que algumas vezes seja resgatado mais do que 100% do valor contribuído.)

Considerações Finais

Reservei esse espaço para dar minha opinião quanto ao assunto. Muitas pessoas optam em não ter seguro de vida para não ter que deixar nada para a outra pessoa. É um pensamento um tanto egoísta se pararmos para pensar que nessa vida, criamos uma família ao lado de uma pessoa que amamos e criamos filhos que terão um grande futuro pela frente.

Existem muitos casos em que apenas 1 pessoa sustenta toda a família e esses casos são importantíssimos se ter um seguro de vida. Se essa pessoa vem a falecer, como as outras pessoas da família conseguirão se sustentar até que consigam se virar? Não é porque a vida de uma pessoa termina que a vida do restante da família também deve terminar. Fazer um seguro de vida é importante, é um ato de amor e não tem mal nenhum em falar sobre isso.

Enquanto gastamos 50 reais em uma pizza para comermos em uma única noite, poderíamos também desembolsar cerca de 30 centavos por dia para pagar um mísero seguro de vida. Muitas pessoas acham caro um seguro de vida de 50 reais por mês mas pagam seguro do carro novo de 300 reais mensais.

E você? Qual é a sua opinião? O que é mais importante para você? A segurança de quem você ama? Ou a segurança de algum bem material?



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