4 grandes verdades que eu aprendi com a série Homeland
4 grandes verdades que eu aprendi com a série Homeland

4 grandes verdades que eu aprendi com a série Homeland

Hoje decidi compartilhar alguns ensinamentos que tirei para minha vida profissional de um dos seriados que eu tenho maior paixão: Homeland

Todos sabem o quanto eu sou simplesmente apaixonada - para não dizer aficionada - por seriados dos mais diversos tipos e estórias. Eles têm o poder de me levar a lugares inimagináveis, de me fazer viajar, de me fazer questionar o mundo e me colocar no lugar dos atores. Cada investigação, cada detalhe encontrado, cada suspeito, cada prisão ou decisão é um passo para meu processo de autoconhecimento e de aprendizado no mundo.

NCIS, CSI, Grey´s Anatomy, Ressurrection, Criminal Minds, Bones e por aí vai. Mas hoje decidi compartilhar alguns ensinamentos que tirei para minha vida profissional de um dos seriados que eu tenho maior paixão: Homeland.

Segundo a Wikipédia, "Homeland é uma série de televisão dos Estados Unidos desenvolvida por Howard Gordon e Alex Gansa, baseada na série israelense Hatufim criada por Gideon Raff. O programa é estrelado por Claire Danes como Carrie Mathison, uma oficial de operações da CIA que passou a acreditar que um fuzileiro americano, o Sargento Nicholas Brody, interpretado por Damian Lewis, que era um prisioneiro de guerra da Al-Qaeda, passou para o lado inimigo e agora representa um significativo risco a segurança nacional".

Confira 4 grandes verdades que eu aprendi com a série Homeland:

1ª: “São as mentiras que nos desfazem. As mentiram que nós achamos precisar para sobreviver. ” - Carrie

O mundo corporativo nos parece muito duro e, por vezes, demasiadamente injusto. E, em cima dessa questão, nos agarramos insistentemente a algumas "verdades não verdadeiras" que nada mais são que puras mentiras. Mentiras das quais acreditamos precisar para sobreviver nesse mundo.

E a maior mentira que acreditamos, principalmente num momento de crise mundial, é que a empresa onde trabalhamos é a nossa única opção, que sem ela não temos mais nenhuma oportunidade ou que não há mais nenhuma luz no fim do túnel. Isso é uma mentira que muitas vezes nos dizemos por acreditar que precisamos dela para sobreviver.

Por causa dessa crença, o profissional deixa de ver o outro lado da estória, não experimenta coisas novas, não enxerga novas possibilidades. Para-se no tempo! Esquecemos que cada dia é um novo dia para aprender, para mudar, para crescer e empreender.

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Não estou propagando uma rebelião contra as empresas onde estamos atualmente, tampouco dizendo que a nossa empresa é ruim, e muito menos estimulando uma mudança de emprego.

O que estou tentando dizer é que nada é tão absoluto que não possa mudar, que não possa ser melhor. Perder um emprego não é bom, com certeza, mas pode ser o primeiro passo de uma grande mudança. E isso é uma verdade... todas as oportunidades de mudanças podem te levar a dar um pontapé inicial para você se questionar e encontrar o seu caminho. A ver realmente uma luz no fim do túnel, e que não é um trem em sua direção. Acreditar que você está no local onde você quer estar, ou que você faz algo que realmente ama, essa é uma verdade e é nisso que devemos acreditar.

2ª: "O que nós sabemos? Muito pouco, é isso que sabemos. Mas na nossa linha de trabalho, às vezes muito pouco é o suficiente." - Saul

Diariamente somos invadidos por um milhão de informações, jornais, revistas, internet, blogs, eBooks, e-mails, Facebook, Twitter, LinkedIn e etc. Informações que nossas mentes recebem e muitas vezes não têm o tempo nem a qualidade necessária para analisarmos, para verificarmos ou validarmos. Informações que recebemos como verdadeiras.

E eu me pergunto se esse número imenso e intenso de informações nos fazem melhor, nos ajudam a aprender e apreender mais aquilo que realmente é sério, necessário e importante. E novamente me pergunto: O que nós sabemos? Muito pouco, é isso que sabemos! Mas por que muito pouco?

Primeiro porque nem sempre quantidade é importante e sim a qualidade do que se está lendo ou ouvindo. A qualidade do que está sendo escrito.

Segundo porque necessariamente nem sempre precisamos de muitas ou todas informações que chegam até nós. O sentimento de perfeccionismo nos leva a buscar incessantemente um maior número de informações e que na maioria das vezes, são completamente desnecessárias.

Precisamos entender que, muitas vezes muito pouco é o suficiente... às vezes o ótimo é inimigo do bom. Busque as informações que lhe são verdadeiramente úteis, leia, compile e faça seu trabalho... às vezes muito pouco é o suficiente! É mais do que suficiente!

3ª: “Às vezes, eu juro por Deus, as pessoas são suas próprias inimigas. ” - Carrie

Sim, nós mesmos somos nossos próprios inimigos. Usamos nossas fraquezas contra nós mesmos. Quem nunca se sentiu abatido? Quem nunca se sentiu frustrado? Quem nunca se sentiu desmotivado? Quem nunca procrastinou?

Frustração, fraqueza, desmotivação, indisciplina, falta de foco...tudo isso se traduz, na minha opinião, numa única palavra: acomodação! E o que fazer para vencer tudo isso e não se deixar levar por esse inimigo? Como deixarmos de ser nossos próprios inimigos?

O profissional tem que estar disposto a sair de sua zona de conforto! Tem que estar disposto a levantar e caminhar na direção daquilo que se quer conquistar.

E se queremos conquistar, temos que nos defrontar com pessoas. Temos que aprender novas habilidades. Trabalhar em áreas diferentes. Temos que apresentar novas ideias. Assumir riscos, trabalhar duro. Temos que agir e sermos diferentes.

Não seja seu próprio inimigo. Não se deixe acomodar. Saia de sua zona de conforto e comece a mudar a partir de agora. “Mudar é preciso”.

4ª: "Por que matar um homem quando você pode matar uma ideia?" - Nazir

Tudo o que somos, entendemos e vivemos é o que constrói nossas ideias. Essas ideias vêm carregadas de valores, de vivência, de experiência de tudo o que fomos até agora. São essas ideias que nos fazem caminhar e nos levar ao ponto crucial de nossas vidas: o sentimento de realização.

As nossas ideias são recheadas dos ingredientes mais verdadeiros de nós mesmos. E por isso temos que cuidar delas, temos que protegê-las.

Por que matar um homem quanto você pode matar uma ideia? ”

Quando dedicamos nossas horas de trabalho a um projeto, empresa ou negócio, estamos dando o que é melhor em nós como profissionais. Quem não gostaria de receber um elogio pelo trabalho realizado? Quem não gosta de se sentir produtivo? Importante na cadeia de trabalho? Quem não gosta de ser considerado um ótimo profissional?

Mas nem sempre o mundo corporativo vem de encontro a essas necessidades profissionais, às vezes uma palavra dura, um feedback mal realizado, uma avaliação mal aplicada vem e desmorona nossos ideais profissionais, mas não podemos deixar que isso se torne uma verdade em nossas vidas. Péssimos gestores, equipes não produtivas, colegas de trabalho difíceis, falta de profissionalismo, empresas sem uma cultura organizacional profunda, tudo pode vir e tentar matar nossas ideias.

Não devemos permitir que matem nossas ideias!

Vire o jogo, dê a volta por cima e vá ao encontro daquilo que realmente importa. Foco no crescimento, no seu desenvolvimento, nas suas atitudes e na sua vida profissional. Eles podem matar um homem, mas nunca nossas ideias. Elas são quem nós somos! Elas muitas vezes nos definem e nos completam. Não deixem suas ideias morrerem!

Finalizando, espero que todos os ensinamentos que eu tirei do seriado Homeland possam trazer alguma luz para todos vocês. Que você viva uma verdade e não uma mentira para sobreviver, que entenda que sabemos pouco sim e que precisamos filtrar o que é realmente importante, que não seja seu próprio inimigo e que não deixe suas ideias morrerem! Compartilhe! Deixe aqui sua opinião! É muito importante saber o que você pensa!

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