3 coisas que aprendi com Flávio Augusto e Geração de Valor

Se o empreendedorismo virou “moda”, o Flávio continua sendo o maior responsável para mostrar que, mesmo sendo difícil para caramba, é possível sair do zero e transformar o trabalho duro e honesto em milhões de dólares no bolso.

Se o empreendedorismo virou “moda” e esta palavrinha mágica caiu de vez nas graças do povo - que já consegue pronunciá-la sem gaguejar como era comum há 20 anos - sem dúvida alguma tem a ver com Flávio Augusto. Ele foi e continua sendo o maior embaixador no meio deste universo para mostrar que, mesmo sendo difícil para caramba, é possível sim sair do zero e transformar o trabalho duro e honesto em milhões de dólares no bolso.

Como você já deve ter ouvido falar em maior ou menor escala de detalhes, o sujeito saiu lá do bairro do Jabour (meu vizinho da zona oeste do RJ, pois morei muito tempo em Padre Miguel) para fundar, vender (por quase R$ 1 bilhão) e recomprar (por 1/3 do valor) a escola de inglês Wise Up, foi para os EUA e comprou o time de futebol Orlando City, e agora vai terminar de conquistar o mundo através do site meuSucesso.com, do qual sou fã e assinante. Com tudo isso no currículo, ele poderia ter ficado quietinho lá no canto dele curtindo a sua vida de “bacana”, mas resolveu criar o site Geração de Valor e, mais recentemente, o GVcast, podcast da página, além de ter lançado dois livros (com a renda revertida integralmente para projetos sociais) para disseminar essa cultura empreendedora e o aprendizado que teve pelo caminho com os milhões de fãs que o acompanham através das mais diversas mídias em que está presente.

E para tentar resumir toda a “filosofia flaviaugustiana”, listei os 3 pontos cruciais que invariavelmente sempre estão presentes nos discursos dele em qualquer mídia em que você o encontre:

1- Visão: Saia de trás da boiada!

Em linhas gerais, somos todos doutrinados para aceitarmos as coisas como elas são e seguirmos a boiada com a nossa carteira de trabalho assinada no bolso até o belo dia em que atingiremos a glória suprema de conseguirmos a aposentadoria pelo INSS. Entretanto, o grande problema em seguir uma boiada é que você só vê os rabos dos bois ou das vacas que estão à sua frente e, invariavelmente, dali você já faz ideia do que irá sair – e depois não adianta reclamar que você só vive na m&#%@!

Quando você dá um passo para o lado, sua visão clareia (sob todos os aspectos) e daí você passa a enxergar outras oportunidades que até então o seu raio de visão limitado não lhe deixava enxergar. E então caberá somente a você decidir se irá sair do meio dessa boiada e seguir adiante para aproveitar essas novas possibilidades ou então irá abaixar a cabeça, voltar a olhar para o rabo do boi/vaca que está a sua frente e continuar seguindo o cortejo.

2- Coragem: Não existe determinismo e sim protagonismo!

Para sair do meio da boiada é necessário coragem, pois os riscos são gigantescos, mas em compensação os benefícios (pessoais e materiais) serão infinitamente maiores – o que não quer dizer que será fácil ou será certo, muito pelo contrário. O ponto positivo é que cada um poderá escolher o seu caminho a qualquer momento, pois o simples fato de nascer pobre não determinará que aquela pessoa permanecerá pobre pelo resto da vida. Há sim uma probabilidade, mas não há a certeza – a não ser que ela resolva seguir “este destino” e aí o seu futuro passará a ser resmungar pelo resto da vida enquanto espera pela hora da chegada da morte.

Há milhares de exemplos pelo mundo afora de pessoas que nasceram nos lugares mais miseráveis do mundo e conseguiram prosperar mesmo diante de um gigantesco mar de adversidades, enquanto que outras bem nascidas que tinham a faca e o queijo na mão para fazerem e acontecerem ficaram pelo meio caminho. Por quê? Porque faltou a coragem para sair da boiada e a vontade para cortar e comer o queijo. Ou seja, de onde você veio ou o que você acha que é não determinará o seu futuro – certamente influenciará, mas não determinará. Caberá a você escolher se será o protagonista da sua própria história ou se seguirá a história que “já estaria escrita” para você.

3- Competência: Comece pequeno e sonhe grande!

O melhor momento para começar é agora e com o que estiver disponível, pois o importante é estar focado no seu objetivo e ter paciência para pagar o preço porque não será fácil e também nada virá de graça. A competência está justamente em fazer bem feito tudo o que se propuser a fazer assim como em cumprir (consigo mesmo e com os outros) tudo o que prometer. E se faltar competência para fazer algo, corra atrás de aprendê-la ou de aprimorá-la (tanto pelos meios formais como pelos meios informais), pois se ficar esperando a única coisa que irá cair no seu colo será a chuva e olhe lá!

Então, continue sonhando grande mas comece JÁ; até mesmo porque, se não começar, a única certeza é que você nunca realizará os seus sonhos – e não é bem isto que está nos seus planos… ou é?

Obs. Texto publicado orginalmente no meu blog: Círculos Virtuosos

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