Um levantamento realizado pela ferramenta de Controle dos Pais da Kaspersky Lab, registrou mais de 52 milhões de tentativas de visitas a redes sociais e mais de 25 milhões de tentativas de acesso a sites pornográficos. Lojas online compõem o terceiro destino com maior tentativa de acessos entre as categorias de sites bloqueados. Segundo a pesquisa, os recursos potencialmente perigosos mais atraentes para as crianças na Internet são: · Redes sociais (31,26%) · Sites pornográficos e eróticos (16,83%) · Lojas Online (16,65%) · Bate-papo e fóruns (8,09%) · Webmail (7,39%), · software ilegal (3,77%) · Jogos casuais (3,19%) Outros recursos inadequados, como sites sobre armas ou drogas, jogos de azar e sistemas de pagamento eletrônico, representaram entre 0,8 e 2% das pesquisas realizadas na web que foram monitoradas pela plataforma. Além disso, os dados mostraram que as preferências das crianças podem variar de país para país. No Brasil os resultados foram os mais similares às tendências mundiais globais: redes sociais (22,34%), sites pornogáficos (18,91%) e lojas online (16,76%). Curiosamente, a situação no Japão não tem nada em comum com outros países. A geração mais jovem deste país tende a olhar principalmente para sites na categoria “chats e fóruns” (34,25%) sobre todas as outras. Já os Estados Unidos, a categoria “Pornografia” lidera com 22,02%; lojas virtuais estão em segundo lugar, com 19,50%, seguido por redes sociais com 18,88%.