Um recado para os empreendedores que desejam abrir uma empresa com a ajuda da incubadora da Universidade Estadual de Londrina, no Paraná: "Agora, além da aprovação do plano de negócios e da viabilidade técnica e econômica, os candidatos terão de mostrar que seus projetos serão sustentáveis", diz Jair Scarminio, diretor da Agência de Inovação Tecnológica – como é conhecida a incubadora.
Ele explica que questões ambientais e éticas serão levadas em conta na hora de selecionar os empreendimentos que poderão ser incubados. Em troca, as novas empresas já despontarão com um selo que vai atestar sua sustentabilidade. "É mais fácil nascer sustentável do que se transformar depois", afirma Scarminio.
A incubadora tem capacidade para receber entre 40 e 45 empresas e a disputa é grande. Das 55 companhias que já participaram do programa, 25 atuam hoje no mercado. Algumas já conseguiram até exportar seus produtos – caso da Oniria, especializada em entretenimento digital, que mandou jogos educativos para a Alemanha. O índice de inovação é alto. Até hoje, 27 depósitos de patente já saíram das empresas incubadas na Universidade Estadual de Londrina.