A presidente Dilma Rousseff subiu uma posição e agora é considerada a segunda mulher mais poderosa do mundo pelo ranking anual da revista Forbes, divulgado nesta quarta-feira, que traz a chanceler alemã, Angela Merkel, no topo da lista pela sétima vez. A revista destacou a ênfase de Dilma no incentivo ao empreendedorismo no Brasil, mas mencionou o desafio que enfrenta para fazer a sétima economia do mundo voltar a crescer. Desde que assumiu, o país teve os dois piores anos de crescimento econômico nos últimos dez anos, segundo a revista. Um importante aliado de Dilma, segundo a publicação, é o novo diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, o embaixador Roberto Azevêdo, eleito em 7 de maio. Melinda Gates, diretora da fundação filantrópica que leva seu nome e do marido Bill Gates, ficou em terceiro lugar no ranking, seguida pela primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama. Em quinto lugar ficou a ex-secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton, presente no ranking desde sua criação em 2003. Outras duas brasileiras também aparecem na lista, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster (18ª), e a modelo Gisele Bundchen (95ª). A lista elencou mulheres envolvidas na política, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, entre outras áreas. Elas foram classificadas de acordo com influência, quantidade de dinheiro que controlam ou ganham, e presença na mídia. Merkel foi citada pela Forbes pela firmeza em afirmar sua política de austeridade contra a crise europeia e por carregar a responsabilidade pelo futuro do euro. Nove chefes de Estado, à frente de 11,8 trilhões de dólares em PIB, estão na lista, entre elas a presidente da Coreia do Sul, Park Guen-hye (11ª), e a primeira mulher chefe de Estado de um país africano, a presidente da Libéria e prêmio Nobel, Johnson-Sirleaf (87ª). O ranking completo pode ser visto no site www.forbes.com/power-women.