Mercado de trabalho e o prazo de validade para o capital humano
Lá no início, na escolha do jovem, as referências não são mais os pais para os filhos, porque muitos- aqui e lá no exterior-, estão prestes a perder o emprego ou já perderam. Ninguém quer “sair” mais a eles, pais.
No meio do caminho, da vida vivida, homens e mulheres preparam-se para viver ativamente mais 30 anos, procurando zelosamente equipar-se para dobrar o tempo de trabalho (ocuparam-se dos 20 aos 50). É a vida prazerosa e profícua, expressão de vigor mental e físico.
Os títulos formais, os cursos longos, carregam chancelas, marcas consagradas no passado, e que agora necessitam de programas conectados com o mundo de desvestir a camisa corporativa e profissionais da academia que exerçam o ofício com entusiasmo e antenados, para hoje coroar a teoria com a prática indispensável, enriquecedora. Para valerem, carecem de reexame, tal e qual os brevês de pilotos e de motoristas.
Por isso, os jovens e os não tão jovens executivos previdentes, que perceberam as mudanças no ambiente laboral, aplicam-se na conversão planejada, na transição de carreira, desde cedo. Sabem que mudarão de função 4 a 5 vezes, trocarão de empresas outras tantas. Precisam construir o futuro, tomar as rédeas da vida e do trabalho.
Assim, na jovialidade dos seus 40/50/60, após uma vida corporativa exitosa, muitos querem aplicar o seu capital profissional na Consultoria, com acompanhamento, elaborando plano para utilizar o conhecimento acumulado, definindo as discrepâncias entre a situação atual e a desejada e, com isso, diminuindo as distâncias, e reprogramando os conhecimentos técnicos e generalistas auferidos.
E aí, compreenderão a mudança tática de gestor para consultor, um ser de aconselhamento, de ajuda. Aprenderão as apropriadas ferramentas de intervenção, a inquestionável propriedade das relações interpessoais, a imprescindível formação e o cultivo da rede de relacionamento, a visibilidade comedida, o indispensável sigilo profissional, a intangibilidade e a inseparabilidade do serviço, o comprometimento ético...
O mercado da Consultoria agradece.
Bem-vindos à Consultoria!
Luiz Affonso Romano é Coach de Consultores.
Atualmente, CMC e Presidente do IBCO.
Luiz Affonso Romano
• Consultor Organizacional e Coach de Consultores há 40 anos.
• CMC Certified Management Consultant pelo ICMCI( desde 2003) .
• Presidente do IBCO Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (2008/2010) www.ibco.org.br
• Coordenador da Comissão de Ética do IBEF (1998/2010).
Conselheiro de Ética da Associação Comercial do RJ (2006/10)
• Conselheiro do IBEF (2009/10).
• Conselheiro do IARJ Instituto de Administração do Rio de Janeiro (2009/10).
• Conselheiro da FGV Jr (2008/10)
Conselheiro do IBCO( desde 1987)
• Professor dos Cursos de Capacitação e de Desenvolvimento em Consultoria (2007/10)
• Autor do livro Intervenção e Regulação no Brasil- edição Febrafarma e COP Editora(1980 e 2005)
• Professor do MBA da Indústria Farmacêutica EESP FGV Febrafarma (2005/6/7/8/ 9/10)
• Coordenador da Comissão de elaboração do Código de Ética do IBEF (2004) e da Confederação Brasileira de Voleibol –CBV (2001).
• Coordenador das Análises de Desempenho Econômico- Financeiro do Setor Farmacêutico (publicadas em 2004 e 2007).
• Palestrante e articulista (desde 1980)
www.luizaffonsoromano.com
wwww.blogdoconsultor.com
romano@luizaffonsoromano.com












