Recentemente, o Brasil está passando por problemas típicos de um país classificado como emergente, a Inflação. O aumento generalizado no preço dos produtos no país, inclusive os commodites, que são os produtos agrícolas considerados 'produtos básicos' tiveram um assustador aumento nos seus preços. O tomate que até foi alvo de piadas nas redes sociais pelo aumento de 130% no seu preço final. Visto que tal fato estagna o processo de desenvolvimento do país, já que reduz a demanda por certos produtos, o Brasil está procurando a melhor maneira para resolver o problema da inflação e fazer com que as empresas voltem a ter ânimo para produzir e comercializar seus produtos de uma forma que fique um equilíbrio de mercado. Uma das atitudes que o Brasil tomou recentemente foi a diminuição da taxa básica de Juros, a taxa SELIC, que tem influência sobre vários meios de investimentos, e sobre as taxas de juros de crédito para Pessoa Física e Jurídica, segundo o COPOM (Comitê de Política Monetária), que é composto por 7 diretores e 1 presidente do Bacen, dizem que tal fator vai induzir ao consumidor guardar mais dinheiro, e consequentemente consumir menos, para as empresas diminuírem sua oferta, assim gastando menos com mão-de-obra. Refletindo diretamente no preço final que o consumidor paga por determinado produto. Quando a impressa pergunta ao atual ministro da fazenda Guido Mantega em relação a inflação, ele responde: 'Pergunte ao Banco Central'. Resposta com certeza é a melhor possível já que a principal ação para causar uma deflação é dada por um grupo de executivos que estão sobre a principal instituição bancária do Brasil.